Economia

 

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial do país, avançou 0,41% em junho, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (25/6). Entre os itens que mais pressionaram o índice, destacou-se a energia elétrica residencial, que registrou alta de 2,04% no período.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete apresentaram alta de preços em junho, com destaque para alimentação e bebidas (0,74%) e habitação (0,72%), que registraram as maiores variações no período.

Entre os alimentos que mais pressionaram a inflação no período, destacaram-se a batata-inglesa, com alta de 29,42%; o tomate, com avanço de 17,27%; e o feijão-carioca, que registrou aumento de 14,29%.

Na habitação, a energia elétrica residencial exerceu o principal impacto individual sobre o resultado de junho, influenciada pela vigência da bandeira tarifária amarela, que acrescenta cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos, além de reajustes tarifários registrados em algumas das áreas pesquisadas.

Entre os dois grupos que registraram deflação, o de transportes apresentou queda de 0,03% em junho. Dentro do segmento, houve alta de 7,24% nas passagens aéreas, que tiveram o maior aumento, enquanto os combustíveis recuaram 1,22%, contribuindo para conter o resultado do grupo.

Resultado por grupos 

No acumulado do ano, o IPCA-15 registra alta de 3,45%. Já em 12 meses, o índice soma 4,80%, acima dos 4,64% observados no período imediatamente anterior.

CORREIO BRAZILIENSE

https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2026/06/7448569-ipca-15-sobe-041-em-junho-com-pressao-de-energia-e-alimentos.html